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Café vence refrigerante em enquete do Portal Alvarenga; entenda benefícios e cuidados com as duas bebidas

No quadro “Um ou Outro”, 61% dos participantes escolheram o café, enquanto 39% preferiram refrigerante. Resultado abriu espaço para uma comparação sobre consumo, cafeína, açúcar e possíveis impactos à saúde.

Entre um cafezinho e um copo de refrigerante, qual você escolheria?

Essa foi a disputa proposta pelo Portal Alvarenga no quadro “Um ou Outro”, que mais uma vez convidou os internautas a revelarem suas preferências de maneira simples e descontraída.

Desta vez, o café levou a melhor.

Ao final da participação, 61% dos internautas escolheram café, enquanto 39% ficaram com o refrigerante.

O resultado representa apenas a preferência das pessoas que participaram da interação nas redes sociais e não se trata de uma pesquisa científica ou levantamento de opinião pública. Ainda assim, a votação traz uma boa oportunidade para falar sobre duas bebidas muito presentes no cotidiano dos brasileiros.

Café: preferência de 61%

Presente no café da manhã, depois do almoço, no trabalho e até durante uma boa conversa, o café faz parte da rotina de muita gente.

Além de seu valor cultural e social, o café contém cafeína e compostos naturais, como os polifenóis. Em quantidades moderadas, a cafeína pode aumentar temporariamente o estado de alerta, a disposição e a capacidade de concentração. Pesquisas observacionais também vêm associando o consumo moderado de café a menor risco de algumas doenças crônicas, embora isso não signifique que a bebida funcione como medicamento ou que alguém deva começar a consumi-la apenas por esse motivo. 

Para a maioria dos adultos saudáveis, a FDA considera até aproximadamente 400 miligramas de cafeína por dia uma quantidade que, em geral, não está associada a efeitos negativos — embora a tolerância varie bastante de pessoa para pessoa. 

Mas café também exige moderação

Mais nem sempre significa melhor.

O excesso de cafeína pode provocar insônia, ansiedade, agitação, tremores, palpitações e aumento temporário da frequência cardíaca em algumas pessoas. Há também quem seja muito mais sensível à substância e apresente sintomas mesmo com quantidades menores. 

Outro detalhe importante está no acompanhamento: um café simples é diferente de uma bebida carregada de açúcar, cremes e xaropes. Dependendo da preparação, esses ingredientes podem aumentar bastante a quantidade de açúcar e calorias.

Gestantes e pessoas com determinadas condições de saúde podem precisar de limites diferentes para a cafeína e devem seguir orientação profissional.

Refrigerante ficou com 39%

O refrigerante também tem espaço garantido em festas, almoços, encontros entre amigos e momentos de lazer.

Na enquete do Portal, 39% escolheram a bebida.

Quando se fala especificamente nos refrigerantes tradicionais adoçados com açúcar, porém, a principal preocupação nutricional é justamente a quantidade de açúcares livres.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), bebidas açucaradas podem contribuir significativamente para o consumo excessivo de açúcar e calorias, sem oferecer a mesma saciedade proporcionada por alimentos sólidos. O consumo frequente está relacionado a maior risco de ganho de peso e problemas associados ao excesso de peso. 

A OMS cita como referência que uma lata de refrigerante comum pode conter, em média, cerca de 40 gramas de açúcar, embora a quantidade varie conforme produto, tamanho da embalagem e país. 

Em 2026, a organização voltou a alertar para a relação entre o consumo frequente de bebidas açucaradas e doenças crônicas como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares. 

E refrigerante zero?

É importante não colocar todos os tipos de refrigerante exatamente no mesmo grupo.

As versões zero ou sem açúcar não possuem a mesma carga de açúcar dos refrigerantes tradicionais. Portanto, a discussão sobre excesso de açúcar não pode simplesmente ser aplicada da mesma maneira a essas versões.

Isso também não significa que refrigerante deva substituir a água como principal forma de hidratação. Para o consumo cotidiano, a escolha das bebidas deve fazer parte do conjunto da alimentação e dos hábitos de cada pessoa.

Café ganhou, mas equilíbrio continua sendo palavra-chave

O resultado desta edição do Um ou Outro foi:

Café — 61%
Refrigerante — 39%

Do ponto de vista nutricional, comparar as duas bebidas depende também de como são consumidas.

Um café com grandes quantidades de açúcar deixa de ter o mesmo perfil de um café sem açúcar ou pouco adoçado. Da mesma forma, refrigerantes tradicionais e versões sem açúcar possuem características diferentes.

Para a maioria das pessoas, portanto, não é necessário transformar a escolha em uma disputa entre “permitido” e “proibido”. Quantidade, frequência de consumo e contexto da alimentação fazem diferença.

E, pelo menos entre os seguidores que participaram desta rodada do Portal Alvarenga, na hora de escolher entre os dois, o tradicional cafezinho saiu na frente.

E você?

É do time café ou do time refrigerante?

O Um ou Outro continua trazendo escolhas simples do cotidiano para conhecer um pouco mais as preferências de quem acompanha o Portal Alvarenga.

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